Eu não gosto de ficar sem fazer nada, porque geralmente o ócio (ou tédio, como preferirem) me direciona pra pensamentos muito complexos. Diversas vezes, eu me pego pensando sobre qual sentido dar à minha vida. É angustiante pensar sobre qual o meu propósito nesse planeta, sobre qual a minha missão neste mundo. Seja qual for, eu ainda não descobri. Pode parecer um pouco piegas, mas eu não me contento com o fato de que o ser humano nasce pra estudar, trabalhar, procriar e morrer. É tudo muito vago. A gente pensa que está vivendo, mas na verdade estamos apenas sobrevivendo nesse mundo tão, aparentemente, sem propósito. Então, depois de pensar muito e de me questionar sobre as minhas metas, eu procuro alguma coisa pra fazer – pra sair do ócio, sabe? Mas quase nunca dá certo... Eu estou vivendo ou sobrevivendo? Paro, penso, concluo. Estou vivendo “roboticamente”, acordando e dormindo, sobrevivendo aos mesmos dias, todos os dias. Acorda, sobrevive, dorme e rebobina. Sei lá, sempre me bate aquela sensação de não querer passar em branco. Eu não me conformo! Não quero nascer pra ser só mais uma. Digo, não é preciso concretizar fatos históricos pra ser lembrado. São coisas simples, coisas que nos fazem se sentir útil, coisas que nos mostram que nada é em vão. Eu só queria dar um sentido à minha vida, pra não ficar com aquela sensação de que sou apenas uma sobrevivente. Acho que as pessoas não nascem com uma missão a ser cumprida. Não mesmo! Talvez nós mesmos devêssemos nos desafiar a cumprir um propósito. O frustrante é descobrir qual. Seja como for, vou sobrevivendo, vagando e pensando. A minha missão não pode ser qualquer uma. Daí, então, eu vou descobrir o verdadeiro sentido da palavra “vida”.
Viver X Sobreviver
11/08/2013
Eu não gosto de ficar sem fazer nada, porque geralmente o ócio (ou tédio, como preferirem) me direciona pra pensamentos muito complexos. Diversas vezes, eu me pego pensando sobre qual sentido dar à minha vida. É angustiante pensar sobre qual o meu propósito nesse planeta, sobre qual a minha missão neste mundo. Seja qual for, eu ainda não descobri. Pode parecer um pouco piegas, mas eu não me contento com o fato de que o ser humano nasce pra estudar, trabalhar, procriar e morrer. É tudo muito vago. A gente pensa que está vivendo, mas na verdade estamos apenas sobrevivendo nesse mundo tão, aparentemente, sem propósito. Então, depois de pensar muito e de me questionar sobre as minhas metas, eu procuro alguma coisa pra fazer – pra sair do ócio, sabe? Mas quase nunca dá certo... Eu estou vivendo ou sobrevivendo? Paro, penso, concluo. Estou vivendo “roboticamente”, acordando e dormindo, sobrevivendo aos mesmos dias, todos os dias. Acorda, sobrevive, dorme e rebobina. Sei lá, sempre me bate aquela sensação de não querer passar em branco. Eu não me conformo! Não quero nascer pra ser só mais uma. Digo, não é preciso concretizar fatos históricos pra ser lembrado. São coisas simples, coisas que nos fazem se sentir útil, coisas que nos mostram que nada é em vão. Eu só queria dar um sentido à minha vida, pra não ficar com aquela sensação de que sou apenas uma sobrevivente. Acho que as pessoas não nascem com uma missão a ser cumprida. Não mesmo! Talvez nós mesmos devêssemos nos desafiar a cumprir um propósito. O frustrante é descobrir qual. Seja como for, vou sobrevivendo, vagando e pensando. A minha missão não pode ser qualquer uma. Daí, então, eu vou descobrir o verdadeiro sentido da palavra “vida”.
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2 comentários:
Olá! Antes de mais nada, obrigada por estar comentando no meu blog!
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Sinto a mesma inquietude, Fer. : / "Might be a quarter life crisis", como diz John Mayer. :) Flávia
ResponderExcluirObrigada por comentar, Fla! E por se identificar também! <3
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